TRABAJOS LIBRES

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  Bases para la presentación En el marco del Congreso, habrá espacio para la presentación de Trabajos Libres.
Quienes deseen participar,  deberán enviarnos por correo electrónico o por correo postal la siguiente información:
  • Síntesis del trabajo a presentar, aclarando si es personal o institucional. Máximo dos carillas en hoja A-4
  • Materiales requeridos (proyector, retroproyector, etc.)
  • Breve CV de los expositores.

Fecha Límite para el envío de la información requerida: 20 de Junio
E-mail: pedagogiacurativa@fibertel.com.ar
Por razones de tiempo y espacio, el Grupo Organizador se reserva el derecho de seleccionar los trabajos a presentar.

Trabajo Libre N°1

Institución: Consultorio Medico y Centro de Estudios Dra. Monika Müller
El Tratamiento Neuroevolutivo -El Concepto Bobath y la Antroposofía

  • Niveles de la conciencia
  • Estudio del movimiento normal
  • Definición del concepto Bobath
  • Histórico del Concepto Bobath
  • La postura erecta
  • Función
  • Evaluación
  • Técnicas del Tratamiento
  • Fotos de alumnos practicando las técnicas



Trabajo Libre Nº2

Congresso de Pedagogia Curativa – 2007

Terapeuta: Maria Cecília Domingues dos Santos
Supervisão: Dulcinéia Oliveira
Paciente: LJH
Entidade: Instituição Beneficente Parsifal
Tema: “O uso terapêutico das cores – A terapia artística e o paciente com necessidades especiais”.

Histórico Familiar
O paciente é um rapaz de 27 anos, segundo de uma família de três filhos, sendo uma irmã mais velha e um irmão mais novo.  Seu pai é descendente de japoneses e é médico por profissão.  Sua mãe é psicóloga.  Segundo dados fornecidos pelos pais, o paciente freqüentou escolas e passou por tentativas de alfabetização.  Não existem registros de doenças psiquiátricas na família.

Instituição Parsifal
O paciente chegou à Instituição em 2001, mas não freqüentava a escola regularmente.  Só a partir de maio de 2004 é que começou a participar diariamente das oficinas terapêuticas de tecelagem e confecção de instrumentos musicais.  Também participou de atividades artísticas em grupo.

Descrição Física
O paciente tem 1,67 m de altura e pesa 45 kg.  Os braços são longos, assim como as mãos e dedos.  Tem o rosto comprido e as faces apresentam ossos proeminentes nas maçãs do rosto.  Sua tez é pálida, tem dentes grandes no maxilar superior, que se projetam para fora dos lábios.  Apesar de ser uma pessoa magra e de estrutura aparentemente frágil, o paciente apresenta um peso no andar, quase arrastando os pés.  Seus ombros, assim como a cabeça e o quadril, projetam-se para frente, o que reforça a sensação de peso.  Tem uma hipercifose dorsal (corcunda).  É destro e não apresenta problemas de motricidade.

Diagnóstico
De acordo com informações dos familiares, quando bebê o paciente teve um diagnóstico de hipotonia e baixa atividade motora.  Já em fase adulta foi diagnosticado como portador de desenvolvimento neuropsicomotor retardado, sem causa detectável.
De acordo com o médico antroposófico Dr. Derblai Sebben, que atendeu o paciente a partir de maio de 2004, há uma predominância do sistema neuro sensorial e, assim sendo, o catabolismo não deixa o metabolismo atuar.  O calor metabólico não atinge os membros, não proporcionando a atuação da vontade.

Terapia Artística
O atendimento individual com terapia artística foi iniciado em fevereiro de 2006.  As sessões semanais são de 45 minutos.  Inicialmente o paciente ficava de 15 a 20 minutos nesta atividade.  Hoje, todo este tempo (45 min.) é utilizado.  Estabeleceu-se como ritmo para o atendimento, a execução de desenho de forma na lousa e a seguir no papel.  Logo após este exercício, passa-se para o trabalho com as cores, que é feito com giz pastel seco.
Tendo como base o diagnóstico médico e nas observações realizadas durante os atendimentos em terapia artística, verificou-se que o paciente tem grande dificuldade em concretizar algumas tarefas que lhe são solicitadas.  Ele entende o que é proposto, mas não consegue realizar, havendo uma interrupção que corta o fluxo, a ligação entre estes dois pólos.  Para se tentar restabelecer este fluxo rítmico, a proposta terapêutica foi de trazer o calor ao paciente, através das cores, especialmente as chamadas cores “quentes”, como amarelo, laranja e vermelho, pois além de trazerem um calor anímico, trazem também a luz. 

Serão expostos alguns trabalhos do paciente, de forma a podermos observar sua evolução.


Trabajo Libre Nº 3

APRESENTAÇÃO DE TRABALHO LIVRE
Por : Maria Inês Nigro campos
Musicoterapeuta da Associação beneficente Parsifal, São Paulo- Brasil

Título: A MÚSICA COMO CAMINHO DE DESENVOLVIMENTO

Apresentação do trabalho com música desenvolvido na Associação Beneficente Parsifal, que atende jovens , adultos e crianças que necessitam de cuidados especiais, por serem portadores de distúrbios psíquicos e ou neurológicos.

Será mostrado o processo desenvolvido nos encontros semanais com jovens e adultos, onde a integração, a sociabilização, são trabalhados através da utilização dos elementos que compõem a música. (ritmo, melodia e harmonia).

A estrutura desses encontros, no que diz respeito à aprendizagem, segue a metodologia inspirada na Pedagogia Waldorf, onde começamos sempre a estudar uma peça musical pelo movimento, pelo ritmo, até chegarmos na palavra e na melodia.

Desses encontros participam todos os terapeutas, auxiliares e estagiários da instituição, que além de auxiliarem os alunos, também traçam um caminho de auto-desenvolvimento.

Depois de incorporada a peça musical, o passo seguinte é coloca-la nos instrumentos. Nesse ponto os alunos têm a possibilidade de despertar as suas habilidades individuais , e integrá-las ao grupo e ao trabalho. Normalmente essas habilidades já foram trabalhadas individualmente em sessões de Musicoterapia.

Com ensaios semanais, a nossa pequena orquestra vai tomando forma, e as diferenças entre terapeutas e pacientes, vão sendo amenizadas, e muitas vezes desaparecem, tornando o grupo bastante uniforme e harmonioso.

Quando atingimos este ponto, o preceito máximo da Pedagogia Curativa e Terapia Social , onde a cura acontece no social, no encontro e na troca , na percepção do Eu e do Outro, fica evidente. Fica evidente que este é o princípio básico do caminho de desenvolvimento humano.

Para apresentação deste trabalho, será necessário um projetor de DVD , e também pretendo vivenciar este caminho com as pessoas presentes.

Atenciosamente, Maria Inês Nigro

Trabajo Libre Nº 4

TERAPIA ARTÍSTICA NA CASA DO SOL: UM CASO CLÍNICO
Claudia Ota Suginohara – estagiária (*)
Dulcinéia Pimentel de Oliveira – supervisora (**)

A Casa do Sol é uma instituição que atua em São Paulo – Brasil, atendendo pacientes especiais através da Pedagogia Curativa e da Terapia Social fundamentadas na antroposofia, as quais são complementadas por um conjunto de terapias auxiliares, entre elas a terapia artística, a fisioterapia, a musicoterapia e a fonoaudiologia.

Como estagiária em terapia artística na Casa do Sol, eu gostaria de apresentar um caso clínico de um de seus pacientes, com a intenção de compartilhar algumas das dificuldades e dos resultados alcançados na construção de um caminho terapêutico com o paciente. As pinturas originais serão mostradas por ocasião da apresentação no evento.

Trata-se de uma menina nascida em São Paulo em janeiro de 1997 e que ingressou na instituição em meados de 2005 aos 8 anos de idade. Ela é uma menina de cor branca, porte físico forte, olhos castanhos muito vivos, longos cabelos castanhos ondulados, morando com sua mãe social, em uma casa da instituição Associação Maria Helen Drexel, juntamente com seus nove irmãos sociais, com idades entre 6 e 13 anos, sendo que uma delas é sua irmã de sangue, na época com 6 anos. Primeira filha de um casal, ela nasceu num ambiente adverso e provavelmente toxicômano, a mãe com traços esquizofrênicos abandonou-a quando ela tinha apenas dois anos de idade. Tendo sido abusada sexualmente pelo pai ela foi retirada da casa paterna quando tinha em torno de 5 anos, através de um alvará judicial que concedeu a tutela das duas irmãs para a instituição Helen Drexel. Nessa nova família ela vem recebendo muitos cuidados e carinho, a mãe social e ela conversam bastante, e ela recebe também bastante limites, tanto no lar como na Casa do Sol. Ela apresenta muitos problemas de comportamento, fala muitos palavrões, demonstra falta de limites e agressividade com os colegas. Sendo muito agitada, falante, hiperativa, ansiosa e nervosa, ela nunca passa despercebida, na medida em que está sempre atraindo para si a atenção dos que a rodeiam.

As maiores dificuldades dela ao ingressar na Casa do Sol em 2005 eram as suas características comportamentais, as quais dificultavam o seu relacionamento com colegas e terapeutas, principalmente agitação, hiperatividade, rebeldia e agressividade. Foi um período em que todo o trabalho com ela buscava ajudá-la a entrar na atividade artística, como modo de amenizar sua hiperatividade. A minha dificuldade com ela era principalmente conseguir estar ao seu lado, sem perder-me no caos em que a sessão se transformava em meio a tanta hiperatividade. Nesse período foi de muita ajuda poder trabalhar em conjunto com a sua professora de classe, Juliana da Mata, e com o médico que acompanha os pacientes na instituição, Dr. Gilberto Valle. Este sempre me dizia: com ela não se pode prever o que irá acontecer na sessão terapêutica, é preciso ser criativa, improvisar e arriscar. A Dulcinéia Pimentel de Oliveira, minha supervisora, sugeria: acolher o conteúdo que a paciente trazia a cada sessão e trabalhar a partir dele. Aos poucos foi sendo possível ter instantes em que ela conseguia entrar no trabalho, mesmo que entremeados de momentos mais agitados. Foi um período de tatear com a paciente várias possibilidades de trabalho, através da pintura em aquarela na técnica do molhado no molhado, desenho de formas, pintura com giz de lousa e modelagem em argila. Trabalhar com ela a partir de seus próprios conteúdos, e de sua necessidade de limites foi o início de um relacionamento com a paciente, um contato começou a ser estabelecido.

A partir de 2006 ela começou a ter menos dificuldades no relacionamento com colegas e terapeutas, os momentos de agressividade e hiperatividade começaram a ficar mais espaçados e com isso ela começou uma nova fase de trabalho, tanto com a professora de classe como na terapia artística.

Já há algum tempo eu percebera que em seu modo peculiar de ser hiperativa ela se ausentava da sala de trabalho e passava a prestar atenção em tudo o que ocorria ao redor da sala de trabalho, era alguém que atendia ao telefone, outro que abria o portão, uma brecada de carro na esquina, tudo era motivo para ela se dispersar e falar do barulho de fora da sala. Um dia aconteceu uma perseguição policial na rua, gritos, tiroteio, cuidamos de proteger as crianças, levando-as do páteo para uma sala, enquanto as crianças se perguntavam o que seria...? - apenas ela respondeu – é tiro!!... Eu fiquei surpresa com sua prontidão na resposta, tão realista e ao mesmo tempo nos mostrando como a sua consciência estava muito acordada para o mundo exterior.  Passei a reparar como ela preferia estar mais acordada neste espaço fora dela, provavelmente estar mais acordada para as suas vivências internas deveria ser algo muito doloroso.

No caminho que juntas construíamos havia um conjunto de regras, entre elas a de controlar a fala. No início da sessão era o momento dela falar, era também o momento em que ela trazia seus conteúdos, mas após essa conversa inicial era a vez da lei do silêncio que valia entre nós – vários recursos foram tentados, desde colocar fita crepe em sua boca, na minha própria boca, as vezes podia ser amarrar um lenço. O importante é que essa lei do silêncio funcionava e a ajudava a trabalhar.

Uma vez que ela trazia seus conteúdos para a sessão, aos poucos foi se abrindo uma possibilidade nova, parece que ela podia sentir que era acolhida, havia alguém ao seu lado. Esse espaço que foi se abrindo na sessão foi sendo preenchido com suas necessidades anímicas. Ela adora comer, e na época da páscoa ficou muito impressionada com coelhos, cenouras e ovos de páscoa. Eu a conduzia para pintar com aquarela o que seria a paisagem desses eventos que a mobilizavam, junto com a paisagem surgiam manchas também, as quais eram trabalhadas com o giz de lousa que auxiliava para trazer forma para os elementos da cena desejada. 

Nesse período eu passei por algumas dificuldades, uma delas foi aprender a desistir de resultados – ah seria tão bom se desse para ela fazer esta ou aquela forma, seria tão terapêutico para ela – outra foi aprender a ficar numa espécie de caos no início de cada sessão, acolhendo sua agitação e fala abundante, até que um conteúdo surgisse como o motivo do trabalho da sessão.

Certo dia ela trouxe uma história estranha, era um gato que arranhava e um rato que ela vira na calçada de sua casa, fomos desenvolvendo a sua história e aos poucos foi ficando claro quem era a gata que arranhava e quem era o rato, de repente ela contou-me que arranhara a irmã de noite e que esta chorara. Trabalhamos a história, foi possível encenar com a ajuda das mãos como um gato gosta de carinho, como ele se assusta e com isso pode arranhar, e na seqüência ela aceitou desenhar estes animais, começando com manchas das quais as formas surgiram. Enfim, foi um momento muito especial, ela pode trazer seu conteúdo cheio de culpa, conversar sobre essa culpa, esclarecer-se sobre a dor da outra pessoa, sobre o medo e a reação de agressão. Em muitos outros encontros ela ainda recordava desse gato. Ela estava abrindo uma nova possibilidade de entrar em contato com suas próprias vivências interiores, podendo refletir sobre o efeito de suas ações, e isso para quem estava sempre com a consciência acordada no mundo externo deve ser significativo. Em uma das sessões finais ela chegou brava, falando palavrões, esperei ela desabafar sua ira, e arrisquei ao propor-lhe que pintasse algo que pudesse tornar seu dia mais belo, talvez flores. Dei-lhe aquarela e aos poucos a paisagem foi surgindo, e as flores brotaram do chão e cresceram para o alto. Essa foi uma das pinturas em que ela conseguiu como que respirar com as cores.  Em sua última sessão, ela viu uma pintura de uma família no livro de poesias e pediu para pintá-la, enfim para ela foi uma forma de vivenciar uma família, com pai, mãe, irmão e irmã.

Em vários momentos do processo de trabalho com esta paciente eu pude reconhecer quão delicado e caloroso pode ser o caminho através do fazer artístico, da terapia artística. Também pude vivenciar como o início desse caminho terapêutico vai surgindo a partir do próprio paciente, de suas necessidades e conteúdos.
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(*) nascida em São Paulo, graduada em Arquitetura e Urbanismo (1974), mestre em Arquitetura (1986), doutora em Sistemas Ambientais Urbanos (1989), pela Universidade de São Paulo – USP.  Desde 2003 participa da Turma 1 do Curso de Formação em Terapia Artística da Associação Sagres em Florianópolis, estagiando em instituições que atuam com a Pedagogia Curativa e a Terapia Social em São Paulo – Assoc. Parsifal de 2003 a 2004, e Casa do Sol a partir de 2005. Docente em cursos de Arquitetura de 1975 a 1987. Docente na Universidade Estadual Paulista – UNESP, de 1995 a 2003, em cursos de Arquitetura e Urbanismo e Desenho Industrial, nas disciplinas de projeto arquitetônico, projeto do produto e desenho de observação.

(**) nascida em São Paulo é assistente social com especialização em Terapia Ocupacional. Terapeuta artística formada pela Escola de Terapia Artística Margarethe Hauschka (1991). Coordenadora dos ateliês de Terapia Artística na Associação Parsifal (1999 a 2004). Colabora como docente no Seminário Antroposófico de Pedagogia Curativa e Terapia Social de Buenos Aires desde 2003. Integra o grupo Sofia Espaço de Desenvolvimento e Convívio Social. Colabora na formação de terapeutas artísticos.

Trabajo Libre N°5

Centro Humanístico Micael.

Reseña: El Centro Humanístico Micael es una institución sin ánimo de lucro (auspiciada económicamente por la Fundación Ayuda)
Fue fundado en 1.988 por la señora Benedikta Zar Nieden de Echavarria con el fin de ofrecer un lugar para la difusión de la ciencia espiritual antroposófica.

Dirección:            Calle 45FF No. 77ª – 35 (Barrio Velódromo)
Teléfono:              413 66 23
Municipio:            Medellín
Naturaleza:           Privada
Nombre del Propietario:    Fundación Ayuda
Modalidad:           Instituto de Educación para el Trabajo y el Desarrollo Humano 
Nombre del representante Legal:   Juan Gonzalo Uribe Posada
Nombre de la Directora:   Margarita González de Gulfo
Labor que desempeña: el quehacer del Centro Humanístico Micael tiene establecido dos frentes de trabajo.

  1. Formación: Mediante cursos, talleres, seminarios, grupos de estudios y otras actividades. Promueve la formación de maestros en Pedagogía Waldorf.
  2. Proyección Social: En el año 2005 se crea el programa “Rafael” con el objetivo de la aplicación de terapias planteadas desde la medicina antroposófica como apoyo a los procesos de recuperación y rehabilitación de personas afectadas por la violencia de la situación social colombiana.

Síntesis del proyecto
"El Proyecto Rafael", semilla de terapia social en Medellín – Colombia:
En los últimos veinte años en Colombia y en Medellín se han mantenido cifras elevadas de agresión física y psicológica como consecuencia de los conflictos sociales, políticos y desigualdades económicas.
Durante este periodo el homicidio en Medellín se ha convertido en la primera causa de muerte con las tasas más altas del mundo en países sin guerra declarada.
En Colombia las cifras de víctimas a causa de las minas antipersona y municiones sin explotar son en promedio tres por día. Por encima de Colombia en materia de víctimas solo se encuentra Afganistán.
También se detectan las lesiones medulares en incremento causadas por arma de fuego, arma punzante y accidentes de tránsito. Lo expuesto anteriormente es la razón para que desde el Centro Humanístico Micael se cree el Proyecto Rafael.
Definición: El Proyecto Rafael es de intervención social de índole experimental con aplicación de terapias planteadas desde la medicina antroposófica, como apoyo a los procesos de recuperación y rehabilitación de discapacitados por la violencia interurbana y afectados por minas antipersona.

Estado actual del proyecto: el proyecto se encuentra en su fase experimental atendiendo personas con algún impedimento por circunstancias de nacimiento, o impedimentos físicos y anímicos ocasionados por accidentes de tránsito, calamidad o daño causado por violencia o menas antipersona.
Metodología: El proyecto se inicia en octubre de 2006 mediante convenio entre el Centro Humanístico Micael y la Asociación de Amigos de los Limitados Físicos, ONG, de carácter social sin ánimo de lucro localizada en la ciudad de Medellín.
Allí se realiza el trabajo con base en tres terapias, Masaje Pressel, Manualidades (Telar) y Terapia Artística.
Entidad financiera del proyecto: este proyecto es financiado en su totalidad por la Fundación Ayuda. Institución sin ánimo de lucro, constituida mediante personería jurídica N° 6465 de 24 de mayo de 1.967 de la Gobernación de Antioquia.

Expositor:
JORGE ALBERTO VEGA BRAVO
Nació el 23 de diciembre de 1951,
Estudios: Seminario Mayor Padres carmelitas Bogota (1960-1970), Filosofía en la universidad San Buenaventura (1971-1972), Medicina en la Universidad de Antioquia (1974-1982). Pasantías en Lukas Klinik de Dornach. Suiza. Tratamiento del cáncer con medicina antroposófica en noviembre 1984. Medicina bioenergética con los Doctores: Jorge Carvajal y José H. López (1962-1992), seminario de ariculomedicina, Dr. Paul Nogier. Lyon. Octubre de 1.984.
Metodología: Socialización del proyecto con imágenes visuales
Materiales Requeridos: Video Veam
Tiempo aproximado: 40 minutos


Trabajo Libre N°6

 

Caso Clínico en terapia conjunta.(Musicoterapia y Kinesiología).

Disertantes Klga. Lic. Silvana Caspani - Mta. Flavia A. Laso

Colaboradores: Equipo terapéutico

Institución : Fundación Tobías: Centro de Pedagogía Curativa y Terapia Social

Resumen del trabajo.

S es una adolescente de 16 años que concurre a Fundación Tobías desde junio de 2003.

Su diagnóstico es: Encefalopatía Crónica no evolutiva, Trastorno Generalizado del Desarrollo; Alteración de la vida emocional; Desborde del polo metabólico motor; Falta de equilibrio en lo fenómenos de simpatía-antipatía.

Desde su ingreso a la institución recibe tratamiento musicoterapéutico, kinésico y de terapia ocupacional, además del seguimiento fonoaufiológico y psicológico.
Hace un año atrás se decide en el equipo terapéutico hacer un trabajo conjunto entre kinesiología y musicoterapia, propuesta surgida de las terapeutas de ambas áreas. La idea nace para mejorar el vínculo terapéutico entre la kinesióloga y S, y para darle un espacio de expresión y creatividad. A partir de allí se comienzan a establecer objetivos de trabajo comunes, articulando ambas áreas y con el fin de brindarle a la paciente un tratamiento adecuado a sus necesidades.
La frecuencia de las sesiones es de una vez por semana y tienen una duración pautada de treinta minutos, situación que no es real. Las sesiones pueden durar de quince a cuarenta y cinco minutos.
Además de este espacio individual con la paciente ambas terapeutas realizan intervenciones en diferentes espacios y momentos institucionales en los que S participa. También en las supervisiones con las docentes y en las reuniones de seguimiento con el equipo terapéutico, aportando cada una desde su respectiva área aquello que considera adecuado para el mejor abordaje de la misma.
En un comienzo se presentaron distintas dificultades en el trabajo con la paciente (se estaba adaptando a una nueva medicación provocándole esto momentos de mucha excitación y otros de adormecimiento), pero finalmente se logró orientar el tratamiento hacia los objetivos propuestos. El cambio se observó específicamente luego de una reunión de seguimiento con el equipo terapéutico. S comenzó a interesarse más por las propuestas de ambas terapeutas, a realizar propuestas rítmico-musicales y de movimiento al mismo tiempo.
 Es por eso que se han tomado como ejes fundamentales en el tratamiento lo vincular y todo lo relacionado a lo musical, corporal y el movimiento ya que en S son bases importantes a desarrollar.
Se busca tener una mirada integral que conduzca a S a desarrollar sus máximos potenciales y que esto la ayude a superar sus variables estados emocionales pudiendo expresar al otro lo que le pasa y necesita. Involucrarla en un proceso creativo hace que no sólo integre la música y el movimiento sino que este proceso sea totalmente integrador de todas sus posibilidades del pensar, del sentir y del querer.

Trabajo Libre Nº 7

Título: La educación integral  del niño y adolescente hospitalizado
y/ o con atención domiciliaria
Institución: Hospital Garrahan - Escuela Hospitalaria Nª 2
Disertante: Prof. Gladys M. Pulice
OBJETIVOS: Difundir, abordar  y reconocer relaciones con el encuadre
antroposófíco el desafío de educar integralmente en ámbitos especiales:
Hospitales, ámbitos de salud,  de rehabilitación y  domicilios, dando
respuesta a las necesidades de niños y adolescentes con afecciones
transitorias crónicas y/ o de largo tratamiento.
CONTENIDOS:
La educación como derecho.
La educación especial, fuente de trabajo para gente con vocación.
Articulación (disciplinas, áreas.)Sistema Educativo.
SINTESIS DE PRESENTACIÓN Y ORGANIZACIÓN
La presentación constará diferentes momentos
1- Presentación mutua y de la propuesta. Proyección de vídeo
institucional.
Reseña Histórica sobre pedagogía hospitalaria y domiciliaria,
objetivos y desafíos actuales.
2- Encuadre dentro del Sistema Educativo- Educación
Especial –escalafón a Articulación intrainstitucional e interinstitucional– modalidades de abordaje
Presentación y análisis de filminas
3- Se dispondrá de un espacio de intercambio y de formulación de
preguntas, se posibilitará a los participantes tomar contacto con:
 Producciones de alumnos. Proyectos. Testimonio fotográfico, etc. Material bibliográfico- selección
4- Cierre: Evaluación del espacio  - Completado de ficha