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En el marco del Congreso, habrá espacio para la presentación de Trabajos Libres. Quienes deseen participar, deberán enviarnos por correo electrónico o por correo postal la siguiente información:
Fecha Límite para el envío de la información requerida: 20 de Junio Trabajo Libre N°1 Institución: Consultorio Medico y Centro de Estudios Dra. Monika Müller
Congresso de Pedagogia Curativa – 2007 Terapeuta: Maria Cecília Domingues dos Santos Histórico Familiar Instituição Parsifal Descrição Física Diagnóstico Terapia Artística Serão expostos alguns trabalhos do paciente, de forma a podermos observar sua evolução.
APRESENTAÇÃO DE TRABALHO LIVRE Título: A MÚSICA COMO CAMINHO DE DESENVOLVIMENTO Apresentação do trabalho com música desenvolvido na Associação Beneficente Parsifal, que atende jovens , adultos e crianças que necessitam de cuidados especiais, por serem portadores de distúrbios psíquicos e ou neurológicos. Será mostrado o processo desenvolvido nos encontros semanais com jovens e adultos, onde a integração, a sociabilização, são trabalhados através da utilização dos elementos que compõem a música. (ritmo, melodia e harmonia). A estrutura desses encontros, no que diz respeito à aprendizagem, segue a metodologia inspirada na Pedagogia Waldorf, onde começamos sempre a estudar uma peça musical pelo movimento, pelo ritmo, até chegarmos na palavra e na melodia. Desses encontros participam todos os terapeutas, auxiliares e estagiários da instituição, que além de auxiliarem os alunos, também traçam um caminho de auto-desenvolvimento. Depois de incorporada a peça musical, o passo seguinte é coloca-la nos instrumentos. Nesse ponto os alunos têm a possibilidade de despertar as suas habilidades individuais , e integrá-las ao grupo e ao trabalho. Normalmente essas habilidades já foram trabalhadas individualmente em sessões de Musicoterapia. Com ensaios semanais, a nossa pequena orquestra vai tomando forma, e as diferenças entre terapeutas e pacientes, vão sendo amenizadas, e muitas vezes desaparecem, tornando o grupo bastante uniforme e harmonioso. Quando atingimos este ponto, o preceito máximo da Pedagogia Curativa e Terapia Social , onde a cura acontece no social, no encontro e na troca , na percepção do Eu e do Outro, fica evidente. Fica evidente que este é o princípio básico do caminho de desenvolvimento humano. Para apresentação deste trabalho, será necessário um projetor de DVD , e também pretendo vivenciar este caminho com as pessoas presentes. Atenciosamente, Maria Inês Nigro Trabajo Libre Nº 4 TERAPIA ARTÍSTICA NA CASA DO SOL: UM CASO CLÍNICO A Casa do Sol é uma instituição que atua em São Paulo – Brasil, atendendo pacientes especiais através da Pedagogia Curativa e da Terapia Social fundamentadas na antroposofia, as quais são complementadas por um conjunto de terapias auxiliares, entre elas a terapia artística, a fisioterapia, a musicoterapia e a fonoaudiologia. Como estagiária em terapia artística na Casa do Sol, eu gostaria de apresentar um caso clínico de um de seus pacientes, com a intenção de compartilhar algumas das dificuldades e dos resultados alcançados na construção de um caminho terapêutico com o paciente. As pinturas originais serão mostradas por ocasião da apresentação no evento. Trata-se de uma menina nascida em São Paulo em janeiro de 1997 e que ingressou na instituição em meados de 2005 aos 8 anos de idade. Ela é uma menina de cor branca, porte físico forte, olhos castanhos muito vivos, longos cabelos castanhos ondulados, morando com sua mãe social, em uma casa da instituição Associação Maria Helen Drexel, juntamente com seus nove irmãos sociais, com idades entre 6 e 13 anos, sendo que uma delas é sua irmã de sangue, na época com 6 anos. Primeira filha de um casal, ela nasceu num ambiente adverso e provavelmente toxicômano, a mãe com traços esquizofrênicos abandonou-a quando ela tinha apenas dois anos de idade. Tendo sido abusada sexualmente pelo pai ela foi retirada da casa paterna quando tinha em torno de 5 anos, através de um alvará judicial que concedeu a tutela das duas irmãs para a instituição Helen Drexel. Nessa nova família ela vem recebendo muitos cuidados e carinho, a mãe social e ela conversam bastante, e ela recebe também bastante limites, tanto no lar como na Casa do Sol. Ela apresenta muitos problemas de comportamento, fala muitos palavrões, demonstra falta de limites e agressividade com os colegas. Sendo muito agitada, falante, hiperativa, ansiosa e nervosa, ela nunca passa despercebida, na medida em que está sempre atraindo para si a atenção dos que a rodeiam. As maiores dificuldades dela ao ingressar na Casa do Sol em 2005 eram as suas características comportamentais, as quais dificultavam o seu relacionamento com colegas e terapeutas, principalmente agitação, hiperatividade, rebeldia e agressividade. Foi um período em que todo o trabalho com ela buscava ajudá-la a entrar na atividade artística, como modo de amenizar sua hiperatividade. A minha dificuldade com ela era principalmente conseguir estar ao seu lado, sem perder-me no caos em que a sessão se transformava em meio a tanta hiperatividade. Nesse período foi de muita ajuda poder trabalhar em conjunto com a sua professora de classe, Juliana da Mata, e com o médico que acompanha os pacientes na instituição, Dr. Gilberto Valle. Este sempre me dizia: com ela não se pode prever o que irá acontecer na sessão terapêutica, é preciso ser criativa, improvisar e arriscar. A Dulcinéia Pimentel de Oliveira, minha supervisora, sugeria: acolher o conteúdo que a paciente trazia a cada sessão e trabalhar a partir dele. Aos poucos foi sendo possível ter instantes em que ela conseguia entrar no trabalho, mesmo que entremeados de momentos mais agitados. Foi um período de tatear com a paciente várias possibilidades de trabalho, através da pintura em aquarela na técnica do molhado no molhado, desenho de formas, pintura com giz de lousa e modelagem em argila. Trabalhar com ela a partir de seus próprios conteúdos, e de sua necessidade de limites foi o início de um relacionamento com a paciente, um contato começou a ser estabelecido. A partir de 2006 ela começou a ter menos dificuldades no relacionamento com colegas e terapeutas, os momentos de agressividade e hiperatividade começaram a ficar mais espaçados e com isso ela começou uma nova fase de trabalho, tanto com a professora de classe como na terapia artística. Já há algum tempo eu percebera que em seu modo peculiar de ser hiperativa ela se ausentava da sala de trabalho e passava a prestar atenção em tudo o que ocorria ao redor da sala de trabalho, era alguém que atendia ao telefone, outro que abria o portão, uma brecada de carro na esquina, tudo era motivo para ela se dispersar e falar do barulho de fora da sala. Um dia aconteceu uma perseguição policial na rua, gritos, tiroteio, cuidamos de proteger as crianças, levando-as do páteo para uma sala, enquanto as crianças se perguntavam o que seria...? - apenas ela respondeu – é tiro!!... Eu fiquei surpresa com sua prontidão na resposta, tão realista e ao mesmo tempo nos mostrando como a sua consciência estava muito acordada para o mundo exterior. Passei a reparar como ela preferia estar mais acordada neste espaço fora dela, provavelmente estar mais acordada para as suas vivências internas deveria ser algo muito doloroso. No caminho que juntas construíamos havia um conjunto de regras, entre elas a de controlar a fala. No início da sessão era o momento dela falar, era também o momento em que ela trazia seus conteúdos, mas após essa conversa inicial era a vez da lei do silêncio que valia entre nós – vários recursos foram tentados, desde colocar fita crepe em sua boca, na minha própria boca, as vezes podia ser amarrar um lenço. O importante é que essa lei do silêncio funcionava e a ajudava a trabalhar. Uma vez que ela trazia seus conteúdos para a sessão, aos poucos foi se abrindo uma possibilidade nova, parece que ela podia sentir que era acolhida, havia alguém ao seu lado. Esse espaço que foi se abrindo na sessão foi sendo preenchido com suas necessidades anímicas. Ela adora comer, e na época da páscoa ficou muito impressionada com coelhos, cenouras e ovos de páscoa. Eu a conduzia para pintar com aquarela o que seria a paisagem desses eventos que a mobilizavam, junto com a paisagem surgiam manchas também, as quais eram trabalhadas com o giz de lousa que auxiliava para trazer forma para os elementos da cena desejada. Nesse período eu passei por algumas dificuldades, uma delas foi aprender a desistir de resultados – ah seria tão bom se desse para ela fazer esta ou aquela forma, seria tão terapêutico para ela – outra foi aprender a ficar numa espécie de caos no início de cada sessão, acolhendo sua agitação e fala abundante, até que um conteúdo surgisse como o motivo do trabalho da sessão. Certo dia ela trouxe uma história estranha, era um gato que arranhava e um rato que ela vira na calçada de sua casa, fomos desenvolvendo a sua história e aos poucos foi ficando claro quem era a gata que arranhava e quem era o rato, de repente ela contou-me que arranhara a irmã de noite e que esta chorara. Trabalhamos a história, foi possível encenar com a ajuda das mãos como um gato gosta de carinho, como ele se assusta e com isso pode arranhar, e na seqüência ela aceitou desenhar estes animais, começando com manchas das quais as formas surgiram. Enfim, foi um momento muito especial, ela pode trazer seu conteúdo cheio de culpa, conversar sobre essa culpa, esclarecer-se sobre a dor da outra pessoa, sobre o medo e a reação de agressão. Em muitos outros encontros ela ainda recordava desse gato. Ela estava abrindo uma nova possibilidade de entrar em contato com suas próprias vivências interiores, podendo refletir sobre o efeito de suas ações, e isso para quem estava sempre com a consciência acordada no mundo externo deve ser significativo. Em uma das sessões finais ela chegou brava, falando palavrões, esperei ela desabafar sua ira, e arrisquei ao propor-lhe que pintasse algo que pudesse tornar seu dia mais belo, talvez flores. Dei-lhe aquarela e aos poucos a paisagem foi surgindo, e as flores brotaram do chão e cresceram para o alto. Essa foi uma das pinturas em que ela conseguiu como que respirar com as cores. Em sua última sessão, ela viu uma pintura de uma família no livro de poesias e pediu para pintá-la, enfim para ela foi uma forma de vivenciar uma família, com pai, mãe, irmão e irmã. Em vários momentos do processo de trabalho com esta paciente eu pude reconhecer quão delicado e caloroso pode ser o caminho através do fazer artístico, da terapia artística. Também pude vivenciar como o início desse caminho terapêutico vai surgindo a partir do próprio paciente, de suas necessidades e conteúdos. (**) nascida em São Paulo é assistente social com especialização em Terapia Ocupacional. Terapeuta artística formada pela Escola de Terapia Artística Margarethe Hauschka (1991). Coordenadora dos ateliês de Terapia Artística na Associação Parsifal (1999 a 2004). Colabora como docente no Seminário Antroposófico de Pedagogia Curativa e Terapia Social de Buenos Aires desde 2003. Integra o grupo Sofia Espaço de Desenvolvimento e Convívio Social. Colabora na formação de terapeutas artísticos. Centro Humanístico Micael. Reseña: El Centro Humanístico Micael es una institución sin ánimo de lucro (auspiciada económicamente por la Fundación Ayuda) Dirección: Calle 45FF No. 77ª – 35 (Barrio Velódromo)
Síntesis del proyecto Estado actual del proyecto: el proyecto se encuentra en su fase experimental atendiendo personas con algún impedimento por circunstancias de nacimiento, o impedimentos físicos y anímicos ocasionados por accidentes de tránsito, calamidad o daño causado por violencia o menas antipersona. Expositor:
Caso Clínico en terapia conjunta.(Musicoterapia y Kinesiología). Disertantes Klga. Lic. Silvana Caspani - Mta. Flavia A. Laso Colaboradores: Equipo terapéutico Institución : Fundación Tobías: Centro de Pedagogía Curativa y Terapia Social Resumen del trabajo. S es una adolescente de 16 años que concurre a Fundación Tobías desde junio de 2003. Su diagnóstico es: Encefalopatía Crónica no evolutiva, Trastorno Generalizado del Desarrollo; Alteración de la vida emocional; Desborde del polo metabólico motor; Falta de equilibrio en lo fenómenos de simpatía-antipatía. Desde su ingreso a la institución recibe tratamiento musicoterapéutico, kinésico y de terapia ocupacional, además del seguimiento fonoaufiológico y psicológico. Trabajo Libre Nº 7 Título: La educación integral del niño y adolescente hospitalizado
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